Apresentação | História

Na história universal da vinha e do vinho, as primeiras demarcações da região do Douro, determinadas pelo alvará régio de 1756, ocupam um lugar de destaque, pelo pioneirismo com que introduziram noções-chave que só muito mais tarde viriam a ser adoptadas nas principais denominações de origem de vinhos de qualidade.

 

A Quinta da Pedra Alta tem desde 1761, três marcos pombalinos nas suas quintas, o que demonstra bem a sua antiguidade e valor como produtor de vinhos de alta qualidade.

 

A Quinta da Pedra Alta e  Quinta da Cruz  eram quintas com grande produção de vinhos generosos do Douro, altura em que António Leal e Maria da Conceição Pinto, avós do actual proprietário, Jorge Eduardo Branco Pinto Leal,  comandavam os destinos destas quintas, onde ainda existe uma casa a que chamavam a “MUDA” que era o local de troca de cavalos nas viagens de norte para sul e vice versa, o que nos dá uma ideia da importância das quintas no local.

 

Actualmente, as quintas ocupam uma área de  90 ha de terra e de vinha onde ainda hoje é notório o respeito e o cuidado com que nelas se trabalha. Durante muitos anos a produção das quintas esteve centrada nos vinhos generosos que vendiam a comerciantes, e nas pequenas quantidades de vinhos tintos e brancos para consumo exclusivo.